Beat Down: Fists of Vengeance

Maio 2, 2008

Se você gosta de violência mas está cansado de GTA, esse é o seu jogo.

Beat Down: Fists of Vengeance, produzido pela Capcom, é um game totalmente ambientado no submundo da máfia e das gangues. O jogador deverá escolher um entre cinco personagens para começar o jogo. A história é um tanto batida: você é integrante da máfia, um desafeto prepara uma cilada para você e seu grupo, vocês caem nessa cilada e você passa a ser perseguido pela máfia. Então você deve fazer alguns aliados, quebrar algumas caras e salvar sua pele. Apesar da história ser manjada, é legal prestar atenção aos detalhes, pois existem coisas interessantes, como o fato de você ser filho do chefão dessa máfia.

O sistema de lutas se adapta de acordo com a situação. Quando o jogador enfrenta personagens sem importância ele tem total liberdade de movimentação no cenário, e se ele estiver acompanhado, os amigos ajudam a quebrar o coitado. Porém, quando a luta é contra personagens importantes, a luta acontece no modo clássico, ao estilo de Tekken.
Durante as batalhas é possível usar armas brancas, como facas, porretes, espadas, cassetetes e outros. O jogador também pode roubar as armas dos oponentes derrubando eles, ou roubando direto de suas mãos.
Um ponto interessante do jogo é que durante as lutas o jogador pode “negociar” com o adversário. O jogador agarra o adversário, segura-o por trás (Uuuui!), e ameaçando ele com a arma que estiver em mãos, faz uma proposta. O jogador pode propor ao adversário que se una a ele (Recruit), ficando à sua disposição para quando precisar; pode propor que ele lhe dê alguma informação importante (Interrogate), pode roubá-lo (Rob), ou pode matá-lo de vez (Beat Down). Claro que recusar uma proposta feita por alguém que segura uma faca encostada na sua garganta não é muito inteligente, mas ainda assim existem personagens que o fazem. Loki diz: “Para esses heróis que se recusam a aceitar minhas propostas eu dou um Beat Down!! >=D”

O jogador também deve evoluir seu personagem, como num RPG. Ele ganha experiência e passa de level conforme ganha lutas, e a cada level que o jogador passa, ele ganha 03 pontos para distribuir entre resistência, ataque e técnica. E conforme o jogador aumenta a técnica, ele pode aprender novos movimentos. Isso possibilita ao jogador modelar o personagem.
O jogador também tem um nível criminal, começando como Noob (novato). Conforme vai passando de level, o nível criminal vai subindo.

Agora um breve review mais técnico do game:

Gráficos: Os personagens principais são bem modelados, e muito bons graficamente. Porém, personagens sem muita importância como as pessoas que andam nas ruas são muito fracos graficamente, são repetitivos, sem variações.
Os cenários são pouco interativos e pequenos.
Nota: 6

Som: Repetitivo. É a melhor palavra para descrever. O game ficaria mais agradável se não houvesse música de fundo, pelo menos fora das lutas. As vozes dos personagens combinam com eles, porém a dublagem é horrivel. O personagem começa a movimentar os lábios uns dois segundos antes da voz começar a sair. As falas são sempre as mesmas e muitas vezes sem nexo com a situação. Por exemplo, Aaron, depois de quebrar a cara de alguém diz: “Eu me lembrarei disso!”. Soa mais como se ele tivesse apanhado.
Nota: 4

Jogabilidade: Faltam movimentos no jogo. Os controles não são difíceis, mas falta uma variedade maior de golpes. Fora das lutas o único problema é a câmera, que não ajuda. Nas lutas em grupo não é difícil perder o oponente de vista, pois a câmera não colabora muito. O personagem se movimenta bem e não é lerdo. O game faz uso do controle sensível do PS2, então dependendo da pressão que você faz no direcional padrão ou do quanto você move o analógico, o personagem anda normalmente ou corre.
Personagens importantes do jogo não passam batido tão facilmente, já que o seu personagem sempre olha para o lado em que está algo interativo.
Nota: 7

Diversão: Depende do gosto. Quem não se importa com a violência tem bons motivos para jogar Beat Down. A história é interessante (quem não gosta de uma boa intriga?), e as possibilidades atraem a vontade de jogar. O modo versus também é legal para reunir alguns amigos e fazer uma disputa.
Nota: 7

Média: 6

Screenshots:


The Warrior King

Abril 16, 2008

The Warrior King é um MMORPG baseado no navegador, no mesmo estilo de Travian. As vantagens de um game desses é que você joga em qualquer lugar que tenha internet, não exige muito da conexão e também não exige muito do PC.

Em TWK (The Warrior King) você será um rei, e escolherá onde iniciar seu reino. No começo é meio estranho, pois não tem gráficos, apenas dados. Porém, rapidamente você vai se entender com os menus, e tudo se tornará muito simples.
O jogo usa o sistema de Turns. Os Turns são usados para recrutar soldados, expandir seus domínios agregando vilarejos e seus moradores, fazendo com que todos sejam obedientes a você. Os Turns também são usados para arrecadar comida, arrecadar dinheiro, treinar Traders e até para recrutar um espião para lhe passar informações sobre algum rei, para que você veja se vale a pena atacá-lo ou não. A cada 10 minutos o jogador ganha uma quantidade determinada de Turns.
O jogo se baseia em batalhas, que duram 10 dias. A cada 10 dias os reinos são apagados e os jogadores devem começar novamente seus reinos, alianças e tudo mais. Ao final de cada batalha, os 10 primeiros do ranking recebem algumas vantagens de acordo com suas posições. A quantidade de Turns recebida a cada 10 minutos também varia de batalha para batalha.

Pelo que joguei até agora, posso dizer que achei viciante e, sinceramente, bem mais divertido que Travian. Vou continuar jogando e ver até onde o jogo vai.

Para quem quiser tentar, o link é www.thekingwarrior.com, e o cadastro é rápido e fácil.
Quem quiser me procurar, basta procurar o rei _Loki, no continente de Tikal.

Qualquer dúvida, falem comigo!

Abraços!


Mix Master

Abril 15, 2008
Bom dia amigos!
Começo o blog com uma dica de game online que já conta com vários brasileiros. Gostaria de apresentar à vocês o jogo Mix Master.
 

 

MixMaster
Henches: Não muito comuns nesse tipo de game

O Mix Master é um MMORPG gratuito e que é um pouco diferente dos RPG’s convencionais. Ele mantém o sistema de levels, onde se deve matar monstros para ficar mais forte, conta com skills e tudo mais. Então onde ele é diferente dos outros? Vou explicar nesse pequeno review:
Descrição: Mix Master é um game um pouco diferente. Nele, além de evoluir simplesmente o seu personagem, você também deve evoluir alguns monstros chamados de Henches. Funciona como se fossem os Pokémons. Você enfrenta os monstros e pode usar alguns deles a seu favor. Quando você mata os monstros, às vezes vai cair um ítem conhecido como “core”, que é como se fosse a alma do monstro. Existe um NPC onde você leva esses cores para serem recuperados (revividos). Quando você revive o core, você pode utilizar aquele monstro para lutar junto com você. Você pode andar com até 3 monstros te acompanhando, e pode trocar a qualquer momento por algum outro em seu inventário, desde que ele esteja vivo.
Porém, a graça do jogo está no “Mix“, como mostra o nome. Você pode, nesse mesmo NPC que revive os cores, fazer misturas. Você mistura alguns monstros para formar outros mais fortes (isso já era utilizado em Yu-Gi-Oh!). As misturas podem dar certo ou errado. Caso a mistura dê errado, se seus monstros forem fortes eles podem cair vários levels. Se eles forem fracos, você perdê-los. Você também tem que ficar de olho no sexo dos monstros, porque você não pode fazer mistura de dois monstros de mesmo sexo, até porque o jogo não permite.

Gráficos: Os gráficos definitivamente não são o forte do jogo. São no estilo anime, o que deveria tornar os gráficos bonitos. Porém, não é o que acontece. Os efeitos visuais são poucos, a movimentação dos personagens não acompanha o relevo do terreno (quando você sobe uma escada ou passa em alguma depressão, a impressão é de que tudo aquilo é simplesmente pintado no chão), e a variedade de personagens é pouca. Existem 4 opções de personagens, porém eles não são customizáveis, a não ser pela cor do cabelo. O jogo também te dá apenas a opção de entrar em modo janela ou tela cheia, e você não tem como mudar a resolução do game. Para quem joga em widescreen da pra notar uma pequena diferença nos gráficos, que ficam um pouquinho achatados, mas nada que comprometa o jogo.
Nota: 5,0

Som: Não há muito o que falar sobre o som do jogo. A trilha sonora é bonitinha, porém uma hora ela fica enjoada. Os bichos possuem sons próprios, mas é tudo muito básico. As skills também possuem sons característicos. Em termos de qualidade, nada inovador.
Nota: 6,0

Controles: É o padrão dos MMORPG’s. Clique onde você quer que ele vá, e ele vai. Nada complicado, certo? Teoricamente, sim. Na prática não é bem assim. A movimentação do personagem deixa a desejar, pois ele se movimenta por quadrados. Não que o chão seja todo quadriculado, mas você percebe quando manda o personagem andar em diagonal. Ele anda fazendo zigue-zagues, o que da uma sensação de que ele demora para chegar em locais mais distantes.
O uso das skills é simples, contando com atalhos no teclado através dos F’s.

Nota: 6,0

Diversão: Mesmo com os problemas citados, o jogo é divertido. Você quer sempre ver novas skills, e é divertido ficar tentando misturar os monstrinhos para conseguir os mais fortes, que não são tão difíceis assim de conseguir. O jogo ainda tem muita coisa a ser explorada por mim, mas estou me divertindo um bocado com ele nas horas que posso. Mesmo tendo perdido alguns monstros um pouco mais fortinhos em algumas misturas com poucas chances de dar certo, ainda assim o game é interessante, e espero que evolua bem os pontos deficientes em próximas versões.
Nota: 8,0

Média:6,5